segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Foz do Iguaçu poderá sediar o IX Encontro Nacional da Mulher Contabilista


Decisão será dos participantes do VIII encontro, em Caldas Novas, no mês de maio

Participantes de todo o país do VIII Encontro Nacional da Mulher Contabilista, de 19 a 21 de maio em Caldas Novas, vão escolher, por votação, a sede do IX encontro, programado para 2013. A cidade de Foz do Iguaçu concorre com Gramado, Rio de Janeiro e São Paulo.  Representantes do Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo estarão a postos, em Caldas Novas, para promover as suas cidades-candidatas.
O Encontro Nacional da Mulher Contabilista já foi realizado no Rio de Janeiro (1991), Salvador (1992), Maceió (1999), Belo Horizonte (2003), Aracaju (2005), Florianópolis (2007), Vitória (2009), chegando a reunir mais de dois mil inscritos nas melhores edições, só perdendo em participação para o Congresso Brasileiro de Contabilidade.
Embora seja encontro da mulher, a programação é interessante também para os homens como se pode deduzir dos temas que serão debatidos no VIII encontro: convergência da contabilidade, empreendedorismo, a importância do profissional contábil no sucesso das organizações, reforma tributária, e outros.
Mobilização paranaense
Confiantes nos atributos de Foz do Iguaçu, os paranaenses mobilizam-se para apresentar uma candidatura forte em Goiás. Foz é uma das cidades brasileiras melhor estruturadas para receber grandes convenções, a começar pelas instalações do aeroporto internacional, opções de vôos, rede hoteleira e gastronômica. De quebra, tem uma das mais belas maravilhas do planeta – as cataratas do Iguaçu -, o Parque Nacional do Iguaçu, a Itaipu Binacional, e alternativas de compras e visitas a dois países vizinhos, Argentina e Paraguai, apenas cruzando a fronteira.
     
Quem fala com orgulho das virtudes da cidade é a presidente da Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu, Elizângela de Paula Kuhn, conselheira do CRCPR e uma das lideranças que estão trabalhando para trazer o Encontro Nacional da Mulher Contabilista para o Paraná.   Fazem parte do grupo a vice-presidente do CRCPR Lucélia Lecheta, a presidente do Sindicato dos Contabilistas de Foz do Iguaçu Nita Busanello, a coordenadora da Sub-comissão Estadual da Mulher Contabilista em Foz Rosemere Kiyomi Hayashi, a conselheira do CRCPR e coordenadora da Comissão Estadual da Mulher Nilva Pasetto, a presidente e a vice do Instituto Paranaense da Mulher Contabilista Carla Pacheco e Cristina Medeiros, entre outras mulheres. A campanha tem apoio do CRCPR, da Federação dos Contabilistas do Paraná e dos sindicat
Levar o máximo de paranaenses a Caldas Novas
As principais estratégias da campanha, no encontro de Goiás, são a apresentação de um vídeo sobre Foz do Iguaçu, a distribuição de brindes e de material informativo sobre as excelências da cidade. “Outro elemento importante consiste em levar o máximo de paranaenses a Caldas Novas, para assegurar votos, demonstrar a força e o interesse do estado e para fazer campanha. O corpo-a-corpo será decisivo”,  argumenta a vice-presidente do CRCPR Lucélia Lecheta.
os de contabilistas.
A comissão pró-Foz conta com a presença dos contabilistas paranaenses em Caldas Novas. As inscrições para o VIII Encontro Nacional da Mulher Contabilista, de 19 a 21 de maio, são feitas pelo site   www.encontromulher.com.br, o valor podendo ser parcelado em até 3 vezes até 17 de fevereiro. Confira no mesmo endereço a programação e todas as informações sobre o evento.
 
 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Contadores derrubam exigência da Receita

01/02/2011
Valor Econômico
Os contabilistas do Estado de São Paulo também estão dispensados, por liminar, de apresentar procuração pública na representação de seus clientes em processos administrativos na Receita Federal. A decisão foi obtida pelo Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e de Assessoramento no Estado de São Paulo (Sescon-SP) e vale para todos os profissionais que trabalham em empresas associadas à entidade.

A obrigação foi imposta pela Medida Provisória (MP) nº 507, em vigor desde outubro de 2010. Antes da norma, bastava uma procuração particular, com um simples reconhecimento de assinatura, para que os profissionais pudessem atuar perante a Receita. A exigência trouxe enormes transtornos para advogados e contabilistas que deixaram de ter acesso aos processos sem a documentação. Os advogados também conseguiram suspender a exigência, por liminar, por meio de uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Na liminar dada ao Sescon pela 2 ª Vara Cível de São Paulo, o juiz entendeu que a obrigação, prevista na MP 507, "se constitui em afronta direta ao princípio constitucional do livre exercício da profissão".

De acordo com José Chapina Alcazar, presidente do Sescon-SP, a exigência dificulta e encarece o trabalho dos contabilistas. A cada atividade - contratação, demissão ou alteração societária -, o cliente é obrigado a fornecer uma nova procuração. Segundo ele, cerca de 95% das empresas de médio e pequeno porte têm um contador apenas para representá-las nesses processos e esse dispositivo criou uma burocracia a mais, que estava inviabilizando o acesso corriqueiro aos dados da Receita. "Recebemos muitas reclamações de profissionais indignados", diz. (AA)
 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

GESTÃO COMERCIAL 3ª PARTE

OS ELEMENTOS ESTRATÉGICOS DO PLANO DE MARKETING

 COMPOSTO DE MARKETING  4 Ps


OS ELEMENTOS ESTRATÉGICOS DO PLANO DE MARKETING
  • Princípio
O que vender? Por qual preço vender? Como vender? De que forma divulgar?
  • Definição
Características, disign, linha de produtos, embalagem, garantia de serviços.
Tabela de preços, descontos, forma de pagamento e crédito.
Configuração do ponto de venda, forma de distribuição e canais de venda.
Propaganda, publicidade, brindes e relações públicas.
  • Objetivo
Desenvolver benefícios, gerar valor, presença de mercado, comunicar vantagens.
Ex A Empresa tem que usar a marca para o produto, colocar um diferencial no produto.

COMPOSTO DE MARKETING 2Ps

  • Pessoas> Quem serão envolvidos? Qual o nível de qualificação necessário?
  • Processos> Como realizar o serviço? Quais recursos são necessários?

PRODUTO

Classificação:
  • Conveniência;
  • Comparação;
  • Especialidade;
  • Não procurados
Conviniência> Baixo envolvimento do consumidor> Compra frequente, com pouco planejamento e Comparação> Grande envolvimento do consumidor> Compra menos frequente, com muito planejamento e comparação.
Especialidade> Elevada preferência pelo produto> Compra compouca comparação e menor preocupação com o preço.
Não procurados> Baixo interesse pelo produto> Compra mediante reconhecimento das características e dos benefícios.

PREÇO ESTRATÉGIAS, VANTAGEM
  • Preço promocional> Oportunidade de compra a um valor inferior à média.
  • Preço psicológico> Solução de problemas importantes e recorrentes.
  • Preço segmentado> Acesso restrito por conta da exclusividade definida.
O Valor é representado pela importância que o consumidor dá ao benefício proposto pelo produto e serviço, enquanto o preço é o reconhecimento financeiro dessa importância percebida.



segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

GESTÃO COMERCIAL 2ª PARTE

DEFINIÇÕES DE COMPRAS

  •  Compra de qualidade
Qualidade>Custo>Compra de qualidade

CONSTRUINDO O PLANO DE MARKETING

  1. AS DIRETRIZES DO PLANO DE MARKETING
  • Segmentação de mercado
  • Posicionamento de mercado
   2.  Os elementos estratégicos do plano de marketing
  • Produto
  • Preço
  • Praça
  • Promoção

AS DIRETRIZES DO PLANO DE MARKETING

  • Conceito
O plano de marketing é o documento em que as decisões estratégicas de marketing são devidamente formalizadas, visando à orientação permanente das ações de mercado a serem tomadas para a realização dos objetivos da empresa.

  • Fatores para sua construção
Segmentação>plano de marketing>posicionamento.

SEGMENTAÇÃO SÃO:

CRITÉRIOS: Geográfico> Demográfico> Psicográfico.

CONCEITOS: É o processo de dividir o mercado total em grupos com base na sua localização e outros critérios geográficos.
Envolve dividir o mercado com base em características da população.
Caracteriza-se por dividir o mercado com base em como as pessoas conduzem sua vida, incluindo suas atividades, interesses e opiniões.

SEGMENTOS: País, estado, cidade, região, microrregião e clima.
Idade, rendimento, sexo, tamanho da família, religião e escolaridade.
Comportamento, estilo de vida,personalidade, estrovertido, conservador, impulsivo, tímido, rude,etc.

  • Posicionamento
VANTAGEM COMPETITIVA -  ALCANCE COMPETITIVO
PREÇO - SINGULARIDADE

Alvo mais amplo> preço>liderança em custos>diferênciação
Alvo mais restrito> liderânça em custos focada>diferenciação focada.

ELEMENTOS ESTRATÉGICOS
  • Conceito
Os elementos estratégicos do plano de marketing são as definições da empresa para o produto, preço, praça e promoção.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

GESTÃO COMERCIAL 1ª PARTE

TRIPÉ DO SUCESSO EMPRESARIAL

1° - COMPETÊNCIA TÉCNICA;

2º - CAPACIDADE ADMINISTRATIVA;

3º - ÁREA COMERCIAL, COMPORTAMENTO EMPREENDEDOR.

FUNDAMENTOS DA GESTÃO COMERCIAL
  • As diretrizes da gestão comercial
Marketing + Vendas = Conquistar clientes e Reter cliente
  • As mudanças ao seu redor
Gestão Comercial +  Mercado + Gente + Pessoas
  • Mercado: Aumento da concorrência, produtos e preços semelhantes;
  • Gente: Informação democratizada, preocupação, com qualidade;
  • Pessoas: Conhecimento técnico, foco em resultado;
FUNDAMENTOS DO MARKETING
  • Conceito
O marketing deve apoiar a comercialização voltada ao atendimento das nescessidades e satisfação dos desejos consumidores.

FUNDAMENTOS DO MARKETING
  • Objetivos e funções
  • Comunicar >Informar benefícios >Gerar valor
  • Interagir> Atender desejos e necessidades> semear o ambiente para vendas
APLICAÇÃO:  Fase > Pré-venda > Venda > Pós- venda;

OBJETIVO: Atração de potenciais clientes> Negociação direcionada> Construir relacionamento;

ORIENTAÇÃO: Conquistar clientes> servir aos clientes> Reter clientes;

CONCEITOS DE VENDAS

A atividade de vendas é a realização da entrega do benefício proposto pelo marketing por meio da negociação direta com o cliente.
TRIPÉ DO SUCESSO EMPRESARIAL

1° - COMPETÊNCIA TÉCNICA;

2º - CAPACIDADE ADMINISTRATIVA;

3º - ÁREA COMERCIAL, COMPORTAMENTO EMPREENDEDOR.

FUNDAMENTOS DA GESTÃO COMERCIAL
  • As diretrizes da gestão comercial
Marketing + Vendas = Conquistar clientes e Reter cliente
  • As mudanças ao seu redor
Gestão Comercial +  Mercado + Gente + Pessoas
  • Mercado: Aumento da concorrência, produtos e preços semelhantes;
  • Gente: Informação democratizada, preocupação, com qualidade;
  • Pessoas: Conhecimento técnico, foco em resultado;
FUNDAMENTOS DO MARKETING
  • Conceito
O marketing deve apoiar a comercialização voltada ao atendimento das nescessidades e satisfação dos desejos consumidores.

FUNDAMENTOS DO MARKETING
  • Objetivos e funções
  • Comunicar >Informar benefícios >Gerar valor
  • Interagir> Atender desejos e necessidades> semear o ambiente para vendas
APLICAÇÃO:  Fase > Pré-venda > Venda > Pós- venda;

OBJETIVO: Atração de potenciais clientes> Negociação direcionada> Construir relacionamento;

ORIENTAÇÃO: Conquistar clientes> servir aos clientes> Reter clientes;

CONCEITOS DE VENDAS

A atividade de vendas é a realização da entrega do benefício proposto pelo marketing por meio da negociação direta com o cliente.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

NOTA FISCAL ELETRÔNICA

Tira-dúvidas

As respostas às questões mais importantes.

  1. Quais os tipos de documentos fiscais em papel que a NF-e substitui?
           Apenas a nota fiscal 1/1A, utilizada para documentar transações comerciais entre pessoas jurídicas.

    2.    O que muda para meu cliente se minha empresa usar a NF-e em suas operações?
           Agora é obrigatório verificar a validade da assinatura digital, bem como a concessão da  autorização de uso da NF-e mediante consulta aos sítios das secretarias de fazenda ou Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica (http://www.nfe.fazenda.gov.br/), Importante: o emitente da NF-e obrigado a encaminhar ou disponibilizar download do arquivo XML, da NF-e  e seu respectivo protocolo de autorização para o destinatário.

    3.  A NF-e e o Documento de Acompanhamento da Nota /Fiscal Eletrônica, o Danfe, podem ser utilizados para documentar vendas de mercadorias a orgãos públicos(administração direta ou indireta) e empresas públicas?
          Sim

   4.  Uma empresa credenciada a emitir NF-e deve substituir 100% de suas notas fiscais em papel pela NF-e?
        O estabelecimento credenciado a emitir NF-e que não seja obrigado à sua emissão deverá emitir, preferencialmente, NF-e em substituição a nota fiscal em papel. Os estabelecimentos obrigados à NF-e  devem emiti-la em todas as operações nas quais emitiriam nota fiscal em papel (salvo situações de exceção previstas na legislação). No caso de a empresa obrigada ou voluntáriamente credenciada emitir também cupom fiscal, nota fiscal a consumidor (modelo 2) ou outro documento fiscal ( além de mod. 1 ou 1-A), deverá continuar emitindo-os, concomitantemente à NF-e.

 5.  Como a Sefaz já recebe NF-e, as informações nela contidas ainda precisarão ser fornecidas ao fisco na entrega de arquivos de escrituração eletrônica?
       Sim. Mas a tendência é que, futuramente, estas informações já estejam todas contempladas nos diversos módulos do sistema. Até lá, as informações têm de ser fornecidas ao fisco.

6.  Como a Sefaz já recebe a NF-e, a empresa emitente ainda precisa gua\rdaar n NF-e?
      Sim. Caso o comprador não tenha condições de receber o arquivo digital, deverá armazenar o Danfe pelo prazo decadencial.

7.  As  Empresas deverão guardar a NF-e ou o Danfe?
     O emitente e o destinatário deverão manter em arquivo digital as NF-e pelo prazo estabelecido na legislação tributária. Assim, o emitente deve armazenar apenas o arquivo digital. A empresa destinatária, emitente de NF-e, também não precisará guardar o Danfe. Caso o destinatário não seja credenciado para a emissão de nota eletrônica, ele poderá, alternativamente, manter em arquivo o Danfe relativo à NF-e.

8.  Em caso de sinistro ou perda do arquivo eletrônico da Nf-e, seriam estas disponibilizadas pa\ra recuperação por parte da Sefaz ou SRF? 
     Não. à guarda cabe aos contribuintes.

9.  A NF-e pode ser emitida também pela digitação no site da Sefaz?
     Não, o modelo pressupõe a existência de arquivo eletrônico autônomo gerado pelo contribuinte a partir de seus sistemas, de sistema adquirido de terceiros ou a partir do programa emissor de NF-e da Sefaz.

10.  É possível alteraar uma Nota Fiscal Eletrônica emitida?
       Após autorização pela Sefaz, uma NFG-e não poderá sofrer alteração. Mas o emitente poderá, dentro de certas condições; cancelar a NF-e mediante a geração de um arquivo XML, específrico para isso. O pedido de cancelamento de NF-e também deverá ser autorizado pela Sefaz; emitir uma NF-e complementar, ou uma de ajuste, conforme o caso; sanar erros em campos específicos da NF-e, por meio de carta de correção eletrônica transmitida  Sefaz. Como esta modalidade de emissão ainda não foi implantada, o contribuinte poderá emitir carta de correção complementar em papel.

11. Que NF-e pode ser cancelado?
      Apenas a que tenha sido previamente autorizada pelo físco e desde que não tenha ocorrido a saida da mercadoria do estabelecimento. Atualmente, o prazo máximo para cancelamento é de 168 horas ( 7 dias), contado a partir da autorização de uso. O pedido dxe cancelamento deverá ser assinado pelo emitente com firma digital certificada. O pedido de cancelamento também deverá ser autorizado pelo Sefaz.

12. Como serão solucionados os casos de erros cometidos na emissão de NF-e (há previsão de NF-e complementar)? e erros mais simples como nome do cliente, endereço, erro CFOP- como alterar o dado que ficou registrado na base da Sefaz?
       Se  os erros forem detectados pelo emitente antes da circulação da mercadoria, a NF-e com as correções necessárias. Esta possibilidade está prevista na legislação para as seguintes hipóteses:
  • - no reajustamento de preço ou de outra circustância que implique aumento no valor original da operação;
  • - na exportação, se o contrato de câmbio acarretar acréscimo ao valor da operação;
  • - na regularização em virtude de diferença no preço, ou na quantidade de mercadoria;
  • - para lançamento do imposto em virtude de erro de cálculo ou classificação fiscal;
  • - na data do encerramento das atividades do estabelecimento;
  • - em caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário para  aplicação em seus produtos, desde que à emissão seja efetuada antes de qualquer procedimento do fisco.
13. Como proceder em caso de recusa do recebimento da mercadoria por NF-e?
       Ou o destinatário emite uma nota fiscal de devolução de compra, ou recusa a mercadoria no verso do próprio Danfe, destacando os motivos que o levaram a isso. Neste caso, o emitente da NF-e irá emitir uam NF-e de entrada para receber a mercadoria devolvida. Importante: como houve circulação da mercadoria, a NF-e não poderá ser cancelada. Caso a nota fiscal de devolução também seja eletrônica, esta deverá, como todas as NF-e, ser pre3viamente autorizada e enviada para o destinatário da NF-e que deu origem à NF-e de devolução.

14. As pessoas físicas também receberão a NF-e?
      É possível que as empresas emitam a nota fiscal 1 ou 1A também a consumidores pessoas físicas. As notas em papel poderão ser substituidas pela NF-e, de forma que a pessoa física receberá o Danfe como representação do documento fiscal e poderá consultar a sua existência e validade pela internet.

Livro
BIG-BROTHER FISCAL-III
O Brasil na Era do Conhecimento
Roberto Dias Duarte

domingo, 12 de dezembro de 2010

GESTÃO ESTRATÉGICA ( 2ª PARTE )

BENCHMARKING - PONTO DE REFERÊNCIA
A essência dessa ferramenta de gestão é aproveitar "a prática de referência" no mercado.
Se você reconhece que é referência em alguma competência ou atividade que existe em seu negócio, pode estudá-la e incorporar o conhecimento à sua organização.

Bemchmarking interno: é a comparação de práticas e desempenhos entre as áreas de uma organização: por exemplo, entre as unidades de negócio.
Benchmarking competitivo: é a comparação de indicadores e desempenhos de uma organização com seus competidores diretos.
Benchmarking funcional: comparação entre indicadores e desempenhos de uma organização e de vários outras organizações no mesmo ramo de negócios.
Benchmarking genérico: conparação entre indicadores e desempenhos de uma organização com organizações de ramos de negócios não relacionados para encontrar as melhores práticas genéricas.
  • Até que ponto somos bons no que fazemos?
  • Somos tão bom quanto os outros?
  • Como podemos melhorar?

MATRIZ PRODUTO X MERCADO

Essa ferramenta tem o objetivo de auxiliar o empreendedor a aumentar o volume de faturamento da sua empresa por meio das seguintes medidas:
  • Vender  mais produtos existentes aos clientes atuais;
  • Vender mais produtos existentes a clientes novos;
  • Vender produtos novos a clientes atuais;
  • Vender produtos novos a clientes novos.

PROGRAMA 5S (CINCO SENSOS)

Uma das feramentas de gestão mais úteis para empresas de todos os portes é o Programa 5S (5 Sensos). Diversas organizações no Brasil e no mundo j´´a implantaram o 5S como, como por exemplo, Ford, Petrobras, Brahma, Marcopolo, Azaléia e Fiat.  Para a aplicação a micro e pequenos empresários brasileiros, esse programa foi incorporado à grade educacio0nal do Sebrae.
A experiência mostra que, além da aplicação dos conceitos, ocorre uma mudança cultural entre as pessoas envolvidas. Cada uma delas é peça fundamental para melhorar o ambiente de trabalho, a saúde física e mental dos trabalhadores e o sistema de qualidade.

O compromisso individual e do grupo com a ordem, limpeza, o asseio e a autodisciplina são essenciais para o sucesso do programa.
DESCARTE (Seiri) Obs: separa o que é útil do inútil.

Esta etapa começa a partir de algumas perguntas que devem gerar reflexão sobre a situação atual.
  • Existem objetos guardados há muito tempo, que nunca foram utilizados, ou utilizados com frequência muito baixa?
  • Existem coisas desnecesseárias nesse ambiente?
  • Existem desperdícios que deveriam ser reduzidos ou eliminados?
Caso a resposta para uma ou ma\is questões seja afirmativa, será preciso separar e classificar os objetos e documentos entre úteis e inúteis.
O que for considerado desnecessário deve permanecer por tempo determinado em um local já pronto para o descarte.

1° Passo
O que é usado sempre: colocar próximo ao local de trabalho
2° Passo
O que é usado ocasionalmente: colocar um pouco afastado do local de trabalho.
3° Passo
O que é usado raramente, mas nescessário: colocar separado, em local determinado.


ORGANIZAÇÃO (Seiton) "identificar e arrumar tudo, para que qualquer pessoa possa localizar facilmente o que precisa.
Nesta fase deve-se:
  • Padronizar as nomeclaturas;
  • Usar rótulos e cores vivazs para identificar os objetos, seguindo um padrão;
  • Objetos diferentes em locais diferentes;
  • Expor visualomente os pontos críticos, tais como extintores de incêncio, locais de alta  voltagem, Partes de máquinas que exijam atenção;
  • Determinar o local de amarzenamento de cada objeto;
  • Não deixar objetos ou móveis no meio do caminho, atrapalhando a locomoção no local.

LIMPEZA (Seiso) "Manter um ambiente sempre limpo, eliminando as causas da sujeira e aprendendo a não sujar."
  • Satisfação dos colaboradores em trabalhar em um ambiente limpo.
  • Maior controle sobre o estado dos equipamentos e sua durabilidade.
  • Maior produtividade.

HIGIENE E SAÚDE (Seiketsu) " Manter um ambiente de trabalho favorável à saúde e à higiene- HIGIENE, SAÚDE, LIMPEZA E INTEGRIDADE."
Esta etapa busca: bom clima de trabalho, conforto e segurança, relações saudáveis de trabalho para que todos os setores da empresa sejam plenamente desenvolvidos.
Quem não  cuida bem de si tem grande dificuldade de oferecer soluções para a vida dos outros.


AUTODISCIPLINA (Shitsuke) " Fazer dessas atitudes, ou seja da metodologia, um hábito, transformando o programa 5S em um modo de vida."
Esta é a fase da aceitação e do comprometimento das equipes de trabalho. Este é o S mais complexo de todos, pois é quando as tarefas devem virar hábitos!
Dicas:
  • Realizar palestras buscando o ewsclarecimento de possíveis dúvidas sobre os 5S e sobre a importância da saúde de todos;
  • Elaborar normas que formalizem nas atividades a serem desempenhadas;
  • O empreendedor deve ser o exemplo da ação, caso contrário não terá inspiração para interniza-la;
  • Criar um ambiente onde todos se sintam a vontade para colocar sua criatividade emm ação;





quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

GESTÃO ESTRATÉGICA ( 1ª PARTE )

Por Leandro Krug Libano Batista

Tem como objetivo principal munir o empreendedor de ferramentas práticas que possam  ser aplicadas  imediatamente na gestão da empresa.
Deverá ser utilizada  de acordo comj a situação adequada: melhoria de faturamento, aumento da participação do seu negócio  no mercado, melhoria da qualidade de produtos e serviços,  produtividade, entre outras aplicações.

O CICLO PDCA - PLANEJAR, REALIZAR, CONTROLAR E AGIR

Planejar a melhoria: analisar a situação atual e os impactos potenciais de quaisquer ajustes.
Realizar a melhoria: é importante ter a disciplina na execução do planejamento.
Controlar a melhoria: basicamente o papel desta etapa é responder às seguintes perguntas:
  • O resultado aconteceu como esperado?
  • Se não aconteceu, qual o motivo?
Agir: o papel dessa etapa é padronizar o processo que atingiu o resultado ou efetuar ações que corrijam o planejamento original, que serviu como base do experimento.

BONS NEGÓCIOS X BONS HÁBITOS
  • Você sabe como se faz para emagrecer com saúde?
  • Nos negócios, saber e não aplicar o que sabe tem o mesmo resultado que não saber!

SEJA PROATIVO

Cada emprendedor possui o negócio que escolheu.

O PLANEJAMENTO

O planejamento é fundamental, mas para que ele saia do papel, é necessário muita disciplina para a execução, pois em nossa vida surgem inúmeras oportunidades novas, problemas inesperados, sem contar com a famosa "preguicinha" que ataca de repente. Por esse motivo é fundamental fazer uma boa " gestão do tempo".
Onde utilizar o planejamento?
  • Datas comemorativas
  • Criação de uma promoção
  • Contratação de funcionários
  • Definição de tarefas
  • Reforma do estabelecimento
  • Encontro com fornecedores

GESTÃO DO TEMPO
  1. Urgente e Importante....crises, problemas urgente, compromissos.
  2. Não Urgente e Importante....preparação, prevenção, planejamento.
  3. Urgência dos Outros.....interrupções, telefonemas, problemas de terceiros.
  4. Nem urgente e nem importante...coisas triviais, mas irrelevantes, (atividades de fuga)



sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Só empresas do Simples ficam fora da nota eletrônica

 



Portal Guia dos Contadores > Notícias Técnicas > Só empresas do Simples ficam fora da nota eletrônica
19/11/2010
Só empresas do Simples ficam fora da nota eletrônica
A partir de 1º de dezembro, todas as empresas que circulam mercadorias devem emitir nota dentro do projeto federal
Nelson Rocco
A partir de 1º de dezembro, todas as empresas que circulam mercadorias estarão obrigadas a emitir a nota fiscal eletrônica (NF-e). Ficam fora apenas as que fazem parte do Simples Nacional, o programa que reúne diversos tributos em um só, para empresas de menor porte. “Esta quarta e última etapa do ano (de adesão de empresas) inclui na NF-e o grupo Outros. São mais ou menos 600 mil empresas, de diversos segmentos”, afirma Igor Ramos Rocha, presidente de negócios de identidade digital da Serasa Experian.
Esse grupo Outros é composto por 39 números do Cadastro Nacional de Atividade Econômica (CNAE) que não integraram as etapas anteriores. Uma das atividades é o comércio atacadista de livros e jornais. Segundo Rocha, neste ano, 870 mil empresas passaram a ser obrigadas a emitir notas eletrônicas. Ele lembra que o programa foi criado em 2008 e foi envolvendo as empresas gradativamente. “Todas as empresas que circulam mercadorias, e que emitem notas do tipo 1 e 1A, ficam obrigadas a participar do programa a partir de dezembro”, afirma. “Isso não cobre, claro, o varejo, que vende para a pessoa física.”
O executivo lembra que as empresas não devem confundir a nota eletrônica, que faz parte de um programa federal, com iniciativas estaduais e municipais, como é o caso da Nota Fiscal Paulista, do governo do Estado.
Para emitir a nota eletrônica, as empresas têm de adaptar seus sistemas de tecnologia da informação e usar softwares específicos para a emissão, além de ter um certificado digital, que funciona como uma assinatura eletrônica. Ramos conta que a emissão do certificado é simples, o mais complicado é a adaptação da tecnologia da companhia, que pode levar meses.
O executivo da Serasa Experian afirma que a Receita Federal disponibiliza em seu site um programa para a emissão das notas fiscais. “Mas ele é muito simples. As empresas têm sistemas automatizados e o programa da Receita é manual, serve apenas para empresas menores, uma minoria. Ou para casos eventuais. Até porque as pequenas geralmente são integrantes do Simples Nacional e não estão obrigadas a emitir a NF-e.”
Segundo Rocha, para o Simples não há um cronograma de integração com o sistema da nota eletrônica, mas ele diz acreditar que no futuro todas essas empresas devem vir a fazer parte do programa. “A emissão eletrônica fica mais ágil e as empresas ganham competitividade. Acho que, por isso, as próprias empresas de pequeno porte devem reivindicar a entrada no programa”, prevê.
A nota fiscal eletrônica faz parte de um projeto maior do governo federal, o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), criado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Ele prevê a informatização de toda a contabilidade e a prestação de contas ao Fisco. “A nota eletrônica é o alicerce do Sped”, diz Igor Ramos. Os outros pontos são a Escrituração Contábil Digital e a Escrituração Fiscal Digital.
Fonte: IG As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

GESTÃO DE PESSOAS - PARTE 2

DESENVOLVER  AS PESSOAS

5. Autodesenvolvimento

MANTER UM BOM AMBIENTE DE TRABALHO
  • Relacionamento interpessoal;
  • Satisfação no trabalho;
  • Trabalho em equipe;
  • Valorização e reconhecimento;
  • Comunicação.
LIDERANÇA EFICAZ

Quem são os lideres que você admira?
Quais São as características dessas pessoas?
Para ser um lider eficaz você precisa:
  • Questionar-se constantemente;
  • Ter visão de futuro;
  • Inspirar e desenvolver as pessoas;
  • Gerenciar o dia a dia da empresa;
  • Ter inteligência emocional;
  • Identifique seu nível de estresse;
  • Quando identificar que esta estressado, pare para refletir e veja se é possível redefinir prioridades;
  • Busque ter um estilo de vida equilibrado;
  • Tenha equilíbrio entre assumir novos desafios e dizer não para suas próprias idéias;
  • Tenha um objetivo pessoal claro e demonstre coragem para atingi-lo;
  •  Saiba comemorar suas pequenas conquistas, curta o momento, relaxe e seja feliz!
DESLIGAMENTO DE PESSOAS

A demissão de um funcionário é um dos processos mais difíce3is na gestão de pessoas e precisamos estar preparados para conduzir o processo.

Se você criou uma cultura de comunicação aberta, e cada um conhece seu papel e seu desempenho, a comunicação da demissão será mais tranquila.

DESLIGANDO PESSOAS
  1. Seja justo e tenha certeza de sua decisão;
  2. Proteja a informação e não deixe vazar;
  3. Evite o excesso de confiança e prepare-se para conduzir o processo;
  4. Escolha o local e ambiente corretos;
  5. Dê preferência ao começo da semana e início do dia;
  6. Se você for o superior imediato, conduza você mesmo;
  7. Chame o funcionário da forma correta;
  8. Seja educado e cordial; pensa que um dia você poderá estar no lugar dele.
  9. Vá direto ao ponto os motivos da demissão, e garanta que o funcionário não tenha surpresas e nem dúvidas quanto a decisão;
  10. Mostre segurança;
  11. Explique tudo, mas de forma breve, e agradeça pela contribuiçãoà empresa e coloque-se à di8sposição para apoiá-lo em um eventual processo de recolocação, mas não se comprometa com o que não possa cumprir;
  12. Nunca peça desculpas ou elogie em excesso;
  13. Permita que o funcionário retire suas coisas e se despeça dos colegas sem ser vigiado ou pressionando.
 Psicóloga: Adriana Scheschowistsch Horbatiuk
Mestrada em Administração e Recursos Humanos em Empresas.




quarta-feira, 17 de novembro de 2010

GESTÃO DE PESSOAS - PARTE 1

QUAIS AS VANTAGENS E DESVANTAGENS : PESSOAS E/OU MÁQUINAS?
Para ter sucesso toda e qualquer empresa precisa:
  • Ter uma estrutura de cargos e atividades;
  • Recrutar e selecionar pessoas certas;
  • Treinar e desenvolver as pessoas;
  • Manter um bom ambiente de trabalho;
  • Exercer uma liderança eficaz;
  • Definir e acompanhar indicadores de RH.

ESTRUTURA DE CARGOS E ATIVIDADES
  1.  Conhecendo a sua necessidade:
  • Identificar as principais atividades;
  • Descrição de cargo;
  • Descrever as atividades e responsabilidades;
  • Mapear o processo.
  • Identificar as competências para cada cargo.
  • Conhecimento > é o saber.
  • Habilidade > é o saber fazer.
  • Atitude > é o querer fazer.

RECRUTAMENTO E SELEÇÃO

  • A pessoa certa para o lugar certo! 

RECRUTAMENTO

O que é recrutamento?
É comunicar e divulgar as oportunidades de emprego, assim como atrair e identificar candidatos para o processo seletivo

Formas de recrutamento:
  • Interno
  • Externo
SELEÇÃO DE PESSOAS

Triagem
  • Entrevista ( Investigar a vida da pessoa em um lugar reservado sem ser interrompido)
  • Prova de conhecimento (geral e específico)
  • Dinâmica de grupo.

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

O que é treinamento?
Capacitar os funcionários nas competências de que eles precisam para desempenhar seus cargos.
  • Técnicos                   
  • Comportamentos   
  • Solução dos problemas  ( Formal, Informal, no trabalho e fora do mesmo)

DESENVOLVER AS PESSOAS


1. Reter os talentos: o que retém as pessoas nas empresas?
  • Comunique as metas e as estratégias.
  • Deixe claro o que você espera dos seus funcionários.
  • Acompanhe o desempenho e dê feedbacks constantemente.
  • Mantenha um bom ambiente de trabalho.
  • Tenha uma remuneração compatível com o mercado.
  • Confie nos seus funcionários.

2. Avaliar o desempenho

  • Dar feedback ao funcionário sobre seu desempenho;
  • Tarefas;
  • Comportamentos;
  • Identificar necessidades de treinamento ou desenvolvimento;
  • Servir como base para processos de promoção, desligamentos e remuneração.

DESENVOLVER AS PESSOAS

3. Feedback
  • Dar feedback
  • Receber feedback
4. Assertividade e Gestão de Conflitos

  • Executivos
Comportamento Passivo
  • Aspectos Positivos, concentrato, controle, equilíbrio, calma.

Comportamento agressivo
  • Aspectos Positivos, Atitude Iniciativa, Autoritário
  
Psicóloga: Adriana Scheschowistsch Horbatiuk
Mestrada em Administração e Recursos Humanos em Empresas.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

As novas perspectivas do contrato de trabalho

Extraído de: Eduardo Rios Adv. e Consultoria  -  04 de Outubro de 2010
 
Por C. Eduardo Rios*
O modelo justrabalhista, no Brasil, foi construído ao longo de um demorado período político centralizador e autoritário (de 1930 a 1945). Importado da ideologia corporativa do fascismo italiano do regime de Mussolini, veio a institucionalizar-se, consequentemente, sob uma matriz corporativa e intensamente autoritária, criando uma legislação heterônoma, ditada pelo Estado, em detrimento de uma legislação autônoma, na qual prevalece a negociação entre empregados e empregadores.

Getúlio Vargas importou o modelo e aprovou a CLT através do Decreto-Lei n. 5.452 de 1º de Maio de 1943. Daí para os dias atuais a CLT, em face do modelo autoritário, não sofreu alterações estruturais significativas apesar do avanço da Constituição de 1988. De forma oposta, a dinâmica do Direito sempre rompeu com os modelos arcaicos e autoritários, pois sua ciência não é um fim em si mesmo, e sim um meio de se buscar e renovar a justiça, especialmente a justiça social, e como toda norma deve servir à sociedade e não o contrário, é claro que não só deve servir aos trabalhadores mas também a atividade produtiva dos empregadores. Apesar desse engessado modelo justrabalhista alguns avanços podem ser observados, pois a atual melhoria das condições de trabalho possibilitou com que empregados e empregadores tenham mais flexibilidade de negociar o contrato de trabalho, gerando benefícios para os dois lados, possibilitando assim um melhor desempenho da atividade produtiva.

O modelo justrabalhista brasileiro, baseado na legislação heterônoma, em que o Estado intervém na relação entre as partes, tem sua justificativa no favorecimento da parte mais fraca, o trabalhador, para se equilibrar a relação contratual. Entretanto, toda regra deve ter seu limite, pois é perfeitamente justificável normas que dizem respeito à saúde, segurança e higiene do trabalhador. Mas pode-se questionar que o Estado engessa muito o desenvolvimento da atividade produtiva, pois muito se poderia criar e negociar sem desrespeitar essas normas básicas. Se grande parte das normas celetistas colocam o empregado como um hipossuficiente, transformando o seu trabalho em uma espécie de comodities, para a empresa, por falta de opção, muitas vezes lhe resta apenas pretender obter o lucro com sua mão-de-obra, já que remunerar conforme friamente a CLT determina muitas vezes gera a insatisfação para ambos os lados, pois estamos no Século XXI, em um Estado Democrático e não mais em um Estado Autoritário, não é mesmo? Ou será que algum canditado (a) à presidência quer mudar isto? A exemplo, este cenário de insatisfação muitas vezes leva a empresa, que não vê solução, a pagar "por fora" o empregado, sendo, em conseqüência, surpreendida com uma ação na Justiça do Trabalho, invariavelmente para pagar todos os encargos trabalhistas que não foram recolhidos, alem de correr o risco de ter que pagar novamente o que já pagou.

O contrato de trabalho não pode descumprir as leis e nem os instrumentos coletivos. Por sua vez, pelo princípio da adequação setorial negociada, as normas autônomas coletivas negociadas somente podem prevalecer sobre o padrão geral heterônomo justrabalhista quando observarem dois critérios: a) quando são mais favoráveis ao empregado; b) quando transacionarem direitos de indisponibilidade relativa, ou seja, quando não contrariarem norma que diz respeito à saúde, segurança e higiene do trabalhador. Daí, realmente, sobra pouco para se negociar no contrato de trabalho individual, em face da sua submissão hierárquica aos instrumentos coletivos.

Talvez a falta de informação seja o pior para o empresário, ou talvez ele não acredite nos muitos mecanismos que possibilitam incentivar o trabalho de forma legal, principalmente através de contratos de trabalho, regulamentos internos, benefícios in natura, procedimentos operacionais, planejamento trabalhista estratégico e políticas de terceirização. Realmente, existem direitos que não se pode negociar, principalmente aqueles inerentes à saúde, segurança e higiene do trabalhador, considerando o princípio da adequação setorial negociada e a submissão hierárquica do contrato de trabalho, mas fora disso, desde que não se prejudique o trabalhador, é possível mudar algumas regras, beneficiando de forma imediata a atividade produtiva e de forma mediata o empregado, pela manutenção do emprego e pela melhoria das condições de trabalho.

Enfim, no pouco espaço que o Estado nos permite, existe sim a possibilidade de medidas que visem a melhoria das relações trabalhistas e permitem minimizar os problemas levados ao Judiciário, pois o bom empregador não é aquele que sacrifica a sua empresa pagando mais ao empregado, e sim aquele que paga de forma inteligente, justa e legal.

* C. Eduardo Rios é Advogado e especialista pela UFG.
Assessor jurídico da ACIAG - OAB/GO: 11645
eduardorios.adv@hotmail.com

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

CURIOSIDADES

SÃO MATEUS


O apóstolo Mateus, filho de Alfeu, e também conhecido por Levi, era de origem judaica. Exerceu na juventude o cargo de publicano, ou seja, o de cobrador de impostos, na cidade de Carfarnaum, estando-lhe atribuído o pelouro alfandegário. Dentro de suas atribuições - idênticas ás dos publicanos da velha Roma - estava a elaboração das escritas e formulação dos principais documentos de receita.

Atraído pela palavra de Cristo, Mateus deixou o telônio e dedicou-se à evangelização, deixando uma grande obra como escritor evangelista. Proclamado "Celeste Patrono dos Contabilistas" em 06 de agosto de 1953, por iniciativa dos Colégios de Contabilistas italianos. São Mateus é venerado pela igreja, como mártir, em 21 de setembro, dia que os contabilistas devem consagrar ao santo Padroeiro.

Fonte: CRCPR

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

IV Encontro Paranaense das Mulheres Contabilistas

Em setembro, em Londrina (PR), acontecerá o IV Encontro Paranaense das Mulheres Contabilistas. Confira abaixo o vídeo promocional do evento.

http://www.youtube.com/watch?v=5PIDVAQaUFY&feature=player_embedded

Qual a importância do logotipo para o sucesso de um negócio?

Escolher o logotipo de um empreendimento é mais ou menos como escolher a roupa que você vai vestir: se quer impressionar alguém, capriche. O logo é a cara da sua empresa. É ele que vai representar seu negócio durante a conquista de clientes.


É fundamental que o logotipo seja criado de forma correta, de modo que permita uma boa comunicação, capaz de fazer com que, sempre que o virem, os clientes se lembrem do seu negócio. Definitivamente, que seja sua marca.

É importante que você já tenha em mente o que quer desenvolver e saiba procurar pessoas bem qualificadas para colocar suas ideias em prática. Se possível, faça pesquisas com o seu público-alvo para descobrir o design mais apropriado.

O logotipo deve ser simples e objetivo, nada de muito complexo, senão você acaba confundindo quem olha pra ele. Também não copie características de outro que já tenha visto, crie sua identidade.

Fixação da marca

Quando é criado um logo, também é o início da fixação da sua marca com os consumidores. Eles aprenderão a associar aquele logo com os produtos ou serviços desenvolvidos pela sua empresa e esse é um ponto especial.

Diversos fatores são essenciais na hora da escolha do logotipo, como área de atuação, perfil da organização, tipo de produtos, público-alvo, entre outros. Não há exatamente uma regra para que seja escolhido o logo, mas esses fatores podem ajudar muito.

Fonte: Administradores.com.br
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Constituição, regularização e baixa de empresas

A Tomasi Contabilidade presta serviços eficientes em abertura e regularização de empresas, além de serviços de encerramento em geral. Consulte-nos para maiores informações e dúvidas específicas: tomasi.contabilidade@gmail.com; tomasi.contabilidade@hotmail.com.